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Imagem mostrando uma pessoa segurando três próteses de silicone empilhadas
jan 13, 2026

|

Pós-Operatório

Implantes mais seguros: como a inovação transformou o pós-operatório do silicone?

Há alguns anos, colocar silicone significava conviver com medos bem conhecidos: risco maior de encapsulamento, preocupação com ruptura e uma nova cirurgia praticamente marcada — a troca da prótese. Hoje, com o desenvolvimento de implantes mais seguros, a realidade se tornou bem diferente.

A seguir, você vai entender o que mudou nos implantes de silicone e por que isso faz diferença direta na recuperação e no resultado a longo prazo. Então, se você tem vontade de colocar próteses, este artigo é indispensável. Nele, você vai descobrir como a revolução deste mercado tornou a cirurgia muito mais segura para você, tanto agora quanto no futuro.

Índice

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  • O que tornou os implantes mais seguros?
    • O gel de alta coesividade aumentou a segurança das próteses
    • O revestimento resistente tornou os implantes mais seguros
    • A textura da superfície reduz o encapsulamento
    • Formatos e perfis compatíveis com os diversos biotipos
    • Planejamento cirúrgico que torna os implantes mais seguros
  • Qual é o impacto desta evolução no pós-operatório?
  • Dúvidas frequentes sobre a segurança da prótese de silicone
    • 1. Implantes atuais são realmente mais seguros que os antigos?
    • 2. O que mudou dentro do implante?
    • 3. A concha do implante também mudou?
    • 4. Essas mudanças diminuem o risco de encapsulamento?
    • 5. Implantes mais modernos duram mais tempo?
    • 6. Ainda é comum precisar trocar a prótese em poucos anos?
    • 7. A superfície do implante influencia na segurança?
    • 8. O formato do implante interfere na segurança?
    • 9. Implantes muito grandes ainda trazem mais riscos?
    • 10. Como eu sei se o implante indicado para mim é dessa geração mais segura?
    • 11. Preciso fazer exames regulares mesmo com implantes mais modernos?
    • 12. Se um implante atual romper, o problema é menor que antes?
    • 13. Essas inovações mudaram mais a estética ou a segurança?

O que tornou os implantes mais seguros?

A combinação de novos materiais, novas superfícies e novas formas de planejar a cirurgia tornou os implantes mais seguros e o pós-operatório muito mais previsível. A seguir, vamos falar de cada um dos principais avanços tecnológicos que revolucionaram a cirurgia plástica e a mamoplastia de aumento.

O gel de alta coesividade aumentou a segurança das próteses

Uma das principais inovações foi o tipo de silicone usado dentro da prótese. Os géis atuais são chamados de coesivos (ou de alta coesividade). Isso significa que as moléculas do silicone usado no implante são quimicamente ligadas umas às outras com muita força, sendo difícil separá-las.

Portanto, em vez de as próteses serem preenchidas com silicone líquido, como acontecia no passado, elas têm uma estrutura que lembra uma gelatina firme. Isso significa que, mesmo que haja algum dano na concha, que é o revestimento da prótese, o conteúdo tende a se manter coeso. Ele não vaza, não escorre e nem se espalha facilmente pelos tecidos.

O revestimento resistente tornou os implantes mais seguros

Além disso, o próprio revestimento do implante, chamado de concha, ficou mais resistente. As gerações mais novas de próteses têm camadas internas pensadas para reduzir a passagem de partículas de silicone para fora do implante.

Portanto, mesmo esse silicone puro, de uso medicinal, que não contamina o corpo, fica isolado dos tecidos da mama. Ele não se espalha e não afeta o funcionamento da glândula mamária, ou de qualquer estrutura relacionada à produção de leite e ao seio.

Tudo isso contribui para próteses mais duráveis, com chances ínfimas de ruptura. Enquanto, no passado, as mulheres sabiam que precisariam trocar os implantes a cada 10 ou 15 anos, hoje essa obrigatoriedade já não existe. Eles duram décadas e, a menos que os exames de imagem mostrem alguma fissura, não há necessidade de substituição.

A textura da superfície reduz o encapsulamento

Outro ponto que mudou muito na busca por implantes mais seguros foi a superfície da prótese. No passado, o maior medo do pós-operatório era a contratura capsular, um problema que ocorre quando o organismo reage de forma exagerada à presença da prótese, apertando-a, deformando a mama e causando dores.

Atualmente, este problema está quase superado. As inúmeras pesquisas realizadas mostraram que o tipo de superfície do implante influencia nessa resposta.

As próteses mais modernas deixaram de ser lisas e passaram a utilizar texturas suaves e controladas, que ajudam o organismo a não criar uma cápsula espessa para envolver aquele corpo estranho. Essa interação mais delicada entre implante e tecido diminui a chance de uma reação agressiva e reduz, de forma significativa, os índices de encapsulamento quando a cirurgia é bem planejada e realizada.

Formatos e perfis compatíveis com os diversos biotipos

As opções de formato e projeção também evoluíram. Você se lembra de que, no passado, especialmente em filmes mais antigos, as atrizes com próteses pareciam ter duas bolas no lugar dos seios? Isso é coisa do passado!

Hoje, em vez de um modelo único e padrão, existem diferentes formatos, além de combinações de base e projeção que permitem adaptar o implante ao tórax, à quantidade de pele, ao tipo de mama e ao resultado desejado.

Essa personalização não é apenas estética. Afinal, quando o tamanho e o formato da prótese respeitam as características da paciente, há menos tensão sobre os tecidos, menos peso excessivo e, consequentemente, menor risco de problemas como queda precoce, dores, afinamento da pele e necessidade de cirurgias corretivas.

Portanto, um implante bem indicado, dentro do que aquela anatomia suporta e abraça, é um elemento central na ideia de implantes mais seguros.

Planejamento cirúrgico que torna os implantes mais seguros

As inovações não se limitaram à prótese em si. O planejamento cirúrgico também ganhou aliados importantes. Hoje, muitos cirurgiões utilizam medições mais precisas da largura do tórax, da espessura do tecido mamário e da elasticidade da pele para escolher o volume e o plano de colocação ideais.

E por falar em plano de colocação, esse é um dos aspectos que mais evoluíram quando se fala em cirurgia plástica para as mamas. Na Silicone Center, por exemplo, nós colocamos a prótese no plano subfascial, que permite uma boa sustentação no longo prazo, além de deixar o resultado mais natural por sua capacidade de cobrir e esconder melhor as bordas.

Qual é o impacto desta evolução no pós-operatório?

Quando se fala em implantes mais seguros, não é apenas uma questão de uma teoria bonita e aclamada pelos médicos. Toda essa evolução tecnológica precisa ter reflexos práticos. Nos últimos anos, devido a essas novidades, as pacientes passaram a observar:

  • menor índice de encapsulamento quando comparado às gerações mais antigas de implantes, em cirurgias bem indicadas e bem executadas;
  • redução significativa do risco de vazamento e de problemas relacionados ao silicone fora da prótese;
  • recuperação sem surpresas desagradáveis, porque o organismo se adapta melhor ao implante e há um respeito maior aos limites da pele e dos tecidos;
  • maior durabilidade do resultado, reduzindo a necessidade de reoperações devido a rupturas, rejeição ou contratura capsular;
  • naturalidade nos resultados, pois os diversos perfis e formatos de prótese são adequados ao biotipo individual.

Dúvidas frequentes sobre a segurança da prótese de silicone

1. Implantes atuais são realmente mais seguros que os antigos?

Sim. Os materiais, a estrutura da casca e o tipo de gel evoluíram muito, reduzindo riscos como ruptura e complicações no pós-operatório.

2. O que mudou dentro do implante?

O silicone passou a ser mais coesivo, com consistência firme, o que diminui a chance de vazamento e facilita o controle de eventuais problemas.

3. A concha do implante também mudou?

Sim. Hoje ela é mais resistente e projetada para não permitir a passagem de partículas de silicone para os tecidos ao redor.

4. Essas mudanças diminuem o risco de encapsulamento?

Ajudam bastante, principalmente quando somadas a uma boa técnica cirúrgica e cuidados corretos no pós-operatório.

5. Implantes mais modernos duram mais tempo?

Em geral, sim. Eles foram desenvolvidos para ter maior durabilidade, e podem durar décadas.

6. Ainda é comum precisar trocar a prótese em poucos anos?

Não é o mais frequente quando se usa implantes atuais, bem indicados e acompanhados regularmente.

7. A superfície do implante influencia na segurança?

Influencia. Superfícies mais modernas são pensadas para interagir melhor com o organismo e diminuir a formação de cápsulas espessas ao redor da prótese.

8. O formato do implante interfere na segurança?

Interfere indiretamente. Quando o formato e o tamanho respeitam o biotipo, há menos peso e tensão sobre a pele, o que protege o resultado.

9. Implantes muito grandes ainda trazem mais riscos?

Sim, mas se forem realmente exagerados. Um volume incompatível com o corpo aumenta a chance de queda precoce, dor e necessidade de correções. Próteses grandes, desde que compatíveis com o biotipo, não aumentam riscos.

10. Como eu sei se o implante indicado para mim é dessa geração mais segura?

Perguntando abertamente ao cirurgião sobre o tipo de gel, a estrutura da concha e os dados de segurança e durabilidade do modelo que ele utiliza.

11. Preciso fazer exames regulares mesmo com implantes mais modernos?

Sim. Na verdade, o que torna os exames regulares necessários não é a prótese, mas o fato de você ser mulher e precisar monitorar a saúde das mamas. Acompanhamento clínico e exames de imagem continuam fundamentais, independentemente da geração do implante.

12. Se um implante atual romper, o problema é menor que antes?

Com certeza. Além da ruptura ser mais rara, o gel coesivo tende a se manter concentrado, o que facilita o manejo e reduz a chance de espalhamento descontrolado.

13. Essas inovações mudaram mais a estética ou a segurança?

As duas coisas. Melhoraram o aspecto estético e, ao mesmo tempo, tornaram o pós-operatório e o acompanhamento a longo prazo mais seguros e confiáveis.

É importante reforçar: nenhuma tecnologia é perfeita de forma isolada. O resultado final continua dependendo da escolha adequada do tamanho, da técnica correta, do cuidado na sala cirúrgica e do seu próprio comportamento no pós-operatório. Mas, comparando com o passado, é inegável que hoje a paciente tem à disposição implantes mais seguros, com materiais e superfícies pensados justamente para reduzir complicações que antes eram muito mais frequentes.

Se você pensa em colocar silicone, consultar um especialista é indispensável, pois ele tem a expertise para escolher o melhor tamanho e formato, além de conhecimento da técnica mais adequada. A Silicone Center é especializada no aumento de mamas. Então, aqui, você encontra médicos que dominam esse procedimento, já transformaram o corpo de mais de 30 mil mulheres e podem realizar seu sonho com toda a segurança.

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Responsável Técnico:

Dr Wagner Montenegro | CRM 51.769 | RQE 14.692/14.693

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