Afinal, por que algumas mulheres têm seios pequenos, enquanto outras têm seios fartos e grandes naturalmente? A resposta está em alguns dos tecidos que fazem parte da anatomia do seio e, neste artigo, você vai descobrir que estruturas são essas.
A verdade é que, quem simplesmente olha o seio por fora, não imagina todas as estruturas que fazem parte da anatomia do seio. Algumas delas têm uma função biológica, como a amamentação, enquanto outras são aquelas que deixam o seio firme, volumoso e lindo.
Então, prepare-se para conhecer este universo e entender, inclusive, em que locais da região peitoral você pode colocar o silicone, caso deseje aumentar seus seios. Ficou curiosa? Continue a leitura e se surpreenda!
Quais são as estruturas que compõem a anatomia do seio?
Além das partes visíveis do seio, que são a pele, as aréolas e os mamilos, a mama também possui uma série de estruturas internas. Cada uma delas é formada por tecidos diferentes e tem uma finalidade. Veja quais são essas partes e suas funções.
Estruturas internas da anatomia do seio
Glândula mamária
A glândula mamária é a principal estrutura da mama feminina e, portanto, da anatomia do seio. Seu volume e formato são características que, na natureza, diferenciam o macho e a fêmea da espécie humana.
Ao contrário do que muitos pensam, os homens também têm glândula mamária. Porém, quando chegam à adolescência, o corpo deles não produz hormônios que desenvolvem esta glândula. Assim, ela não aumenta seu volume e não tem a capacidade de produzir leite.
Já nas mulheres, a glândula mamária tem o papel de produzir leite e isso acontece independentemente do volume desta estrutura. Assim, tanto mães com seios bem pequenos quanto grandes conseguem amamentar os bebês.
A glândula mamária não é a única responsável pelo tamanho dos seios. Porém, ela é muito importante, pois junto à gordura, elas definem o formato e o volume das mamas. Ela é composta por outras pequenas estruturas, que você via conhecer a seguir:
Lobos e lóbulos
Os lobos são pequenas estruturas que ficam em volta da glândula mamária, como se a glândula fosse o centro de uma flor e os lobos fossem pétalas ao redor dela. Inclusive, eles têm o formato realmente parecido com o de uma pétala. As centenas de lobos em cada mama são cheias de lóbulos, que produzem o leite.
Ductos lactíferos
Os lóbulos produzem o leite, mas esse alimento precisa chegar ao bico do seio, onde o bebê o sugará. Por isso, a mama tem centenas de dutos: uma espécie de canos que levam o leite até o local adequado, permitindo a amamentação.
Ampolas
Embora os lóbulos e lobos produzam leite continuamente, o bebê não mama o tempo todo. Então, a anatomia do seio também contém estruturas que estocam este leite. Essas estruturas se chamam ampolas.
Elas vão armazenando o leite e o liberam no momento em que o bebê começa a sugar. No entanto, você deve ter visto mulheres que ficam com os seios muito duros ou começam a ter vazamento de leite quando passa do horário da mamada. Isso significa que essas ampolas estão extremamente cheias.
Estroma
O estroma, apesar do nome estranho, é extremamente importante para a mama. Trata-se de um tecido conjuntivo formado por fibras e outras células que atuam na sustentação da mama.
Ele contém também ligamentos internos, como os ligamentos de Cooper. Eles funcionam como alças internas de um sutiã, prendendo o seio à pele e aos músculos da região peitoral. Assim, se esses ligamentos são fortes, o seio fica firme. Se eles se afrouxam, o seio tende a cair.
Tecido adiposo
Os hormônios têm, entre muitas funções, o papel de sinalizar onde o corpo deve armazenar gordura. Por isso, algumas pessoas acumulam mais gordura na barriga, outras nos braços e coxas, outras no bumbum, e assim por diante.
Tudo isso tem influência da genética e também do sexo biológico. Mulheres, por exemplo, tendem a acumular gordura primeiro em regiões específicas do corpo e uma delas é justamente a mama. Portanto, esse o tecido adiposo também faz parte da anatomia do seio.
À medida que as células de gordura dos seios ficam mais cheias, elas começam a preencher os espaços entre os lobos, deixando os seios mais volumosos. Mulheres jovens tendem a ter menos gordura no seio, enquanto mulheres mais velhas costumam ter mais gordura.
Sistema circulatório e linfático
Finalmente, falando sobre as estruturas internas da anatomia do seio, precisamos mencionar o sistema circulatório e o linfático. Esses sistemas formam uma rede de vasos (sanguíneos e linfáticos) que, por um lado, trazem nutrientes e oxigênio para as células. Além disso, eles retiram toxinas geradas normalmente pelo nosso metabolismo, realizando uma limpeza.
Estruturas externas da anatomia do seio
Aréolas e mamilos
As aréolas e mamilos fazem parte da anatomia do seio e, embora todos nós possamos ver essas estruturas, geralmente fazemos uma confusão entre elas.
Os mamilos se localizam no centro da aréola. Geralmente, eles formam um relevo bem no centro do bico do seio, com sua altura se destacando da pele ao redor. Eles contém contêm aberturas por onde o leite sai, alimentando o bebê.
Já a aréola é aquele círculo, a pele de cor um pouco mais escura que fica em volta dos mamilos. Além desta diferença de cor, elas possuem uma função importante na amamentação.
Quando o bebê, com sua boquinha, pressiona a aréola, as ampolas que armazenam o leite liberam este alimento, que sai através dos mamilos. No entanto, a aréola tem ainda uma função de proteção: ela libera um líquido oleoso que lubrifica a aréola e os mamilos, evitando rachaduras no bico do seio.
Pele
Enfim, a pele é outra estrutura visível que cobre o seio, da mesma forma que envolve todo o restante do corpo. Seu principal papel é impedir a entrada de micro-organismos (vírus, bactérias etc), mas ela também atua na firmeza e sustentação da mama.
Quando a pele dos seios é íntegra e forte, a mama é mais firme e bem posicionada. Por isso, é essencial cuidar da pele desta região com hidratação adequada e principalmente com a manutenção de um peso corporal estável.
Como o silicone se encaixa na anatomia do seio?
Talvez você esteja fazendo esta pergunta porque tem vontade de aumentar seus seios colocando silicone. Porém, a verdade é que muitas pacientes não colocam a prótese na mama. Se essa informação parece chocante, confira os próximos tópicos para entender melhor.
Silicone colocado no plano subglandular
Esta é a única posição em que o silicone fica realmente mais próximo da mama. Trata-se de uma técnica em que o cirurgião coloca a prótese logo atrás da glândula mamária.
Até pouco tempo atrás, este posicionamento subglandular era mais utilizado que na atualidade. Isso acontecia porque ele tem algumas vantagens: o pós-operatório é praticamente indolor, a recuperação é mais rápida, a prótese fica mais destacada e assim por diante.
No entanto, esta posição também tem algumas desvantagens. A primeira é o fato de que ela não é a mais adequada para mulheres com o tecido mamário muito fino ou com uma pele frágil. Nesses casos, a prótese fica muito evidente. Por isso, muitas pacientes precisavam colocar a prótese atrás do músculo, que é a técnica que você vai conhecer a seguir.
Silicone colocado no plano submuscular
Quando o cirurgião coloca o silicone na posição ou plano submuscular, isso significa que a prótese ficará atrás do músculo peitoral. Portanto, a prótese sequer terá contato com o tecido mamário.
O posicionamento submuscular geralmente oferece uma cobertura adicional ao implante, o que pode resultar em uma aparência mais natural. Assim, para mulheres com as peles finas e pouco tecido glandular, esta alternativa reduz o risco de visibilidade da prótese ou de rippling.
Porém, a posição submuscular também tem algumas desvantagens. Além de um pós-operatório mais doloroso, esta técnica não permite que a prótese se destaque. Há um aumento de volume, mas sem uma projeção maior na região do colo, por exemplo, que é um resultado que muitas mulheres desejam, especialmente no Brasil.
Por isso, em anos mais recentes, vários cirurgiões têm optado pela posição o plano subfascial, que você conhecerá agora.
Silicone colocado no plano subfascial
Uma opção de posicionamento que tem ganhado popularidade é a técnica subfascial. Neste método, o implante é colocado sob a fáscia do músculo peitoral, mas acima do músculo. Isso significa que a prótese não fica escondida atrás do músculo, oferecendo o destaque que as mulheres tanto desejam.
Além disso, o posicionamento subfascial oferece uma excelente sustentação ao implante. A fáscia é um tecido rígido que recobre alguns órgãos e músculos. Portanto, apesar de relativamente fina, o que permite o destaque da prótese, ela “segura” a prótese, mantendo-a firme e na posição correta ao longo dos anos.
Esses são apenas alguns dos motivos que levaram o Silicone Center a adotar esta posição como seu protocolo padrão. Por isso, nossas pacientes sentem-se extremamente satisfeitas com o resultado.
E você, quer descobrir como a posição subfascial pode ser a solução para você ter seios firmes, volumosos e bem destacados? Encontre agora mesmo a unidade do Silicone Center mais perto de você e realize seu sonho com a maior clínica especializada em próteses do Brasil!
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